AMANA RAAB EM MEU PRIMEIRO PERFUME

Delicada e bem humorada ela chegou de mansinho. Fui conhecer sua casa virtual, gostei e começamos a trocar conversas de comadre. Tema? Perfumes, claro e sempre! É dela hoje a manhã de sexta-feira. Vamos conhecer Amana Raab?


Olá leitores do Village Beauté, é com grande alegria e honra que compartilho um pouco da minha experiência ‘perfumística’ com vocês. Desde já quero registrar o meu sincero agradecimento à querida Dâmaris pelo convite.

O meu primeiro perfume foi um presente. Eu não me lembro da primeira vez que o senti, mas  é  como se o tivesse sentido desde sempre. A minha mãe era simplesmente apaixonada pelo Rosa (Giovanna Baby) e sonhou com ele para mim desde o primeiro momento. Lembro-me que havia  um certo glamour em torno do Rosa.


Ele era vendido em latinhas cheias de mimos, e ficava nas  vitrines de lojas bonitas. Tinham umas bonequinhas que cheiravam ao Rosa. Eu não me lembro com perfeição, mas sei que havia toda uma magia por trás do lindo vidrinho. Independentemente de ser um presente, amei o Rosa. Usei muito! Acredito que usei bastante até uns 15 anos mais ou menos. Já conhecia outros perfumes, mas o Rosa sempre esteve presente.  Até hoje gosto de tê-lo por perto, gosto da sensação que ele me traz. Não sei explicar, mas o perfume que você usa na infância só pode ter cheiro de infância mesmo. É incrível como cheiro e fase da vida ficam maravilhosamente relacionados. E não há nada como cheiro de infância, vamos concordar!O meu primeiro perfume mesmo, do tipo que eu desembolsei grana para ter, foi o Gabriela Sabatini tradicional.

Lembro que comprei porque o meu avô disse que combinava comigo, pois tinha cheiro de mulher bonita! A princípio eu não fiquei muito convencida... Mudar do Rosa para o Gabriela era uma mudança muito brusca. Um tão menininha, o outro tão mulher!Sei que na época e onde comprei, o Gabriela, para os meus bolsos, custava os olhos da cara. Mas o meu avô havia gostado tanto dele em mim, e depois a minha mãe também, que fui convencida e o levei para casa. Eu carregava ele na bolsa e ficava sempre tentando entender que sensação, que fascínio estranho era aquele que o perfume me causava. Eu gostava ou não gostava? Sei dizer que o meu comportamento mudava nitidamente quando eu usava o GS. Eu realmente  me sentia mais mulher, sabe? Então passei a realmente gostar, e este se tornou o meu novo perfume inseparável. Depois de um tempo, meio que esqueci o Gabriela e deixei ele de escanteio. Mas, infelizmente perdi o meu avô que sempre foi um grande amigo e sábio conselheiro, então... Não sei. Achei conforto no Gabriela. Agora ele me traz novas sensações e sentimentos. Não posso mais viver sem ele. Espero que nunca o tirem de linha! 
Agora tá bom, minha gente, que essa conversa toda me encheu de nostalgia. Risos. Foi um prazer compartilhar um pouco de mim com vocês! 

Apresentação de mim mesma: Amana Raab, potiguar, socióloga, de temperamento predominantemente fleumático e procrastinador, amante das guinadas que a vida dá, da diversidade cultural e de pensamento. Já escrevi no blog O Cheiro do Brasil, mas atualmente escrevo tudo no A Lata Furou


Gabriela também me é um perfume especial e repleto de boas lembranças, Amana...preciso te contar dia desses. Agora sempre lembrarei também de tua transformação a partir / com ele. Fiquei muito feliz por teres aceito participar do VB! Volte outras vezes, sim? bj

7 comentários :

  1. Que gostoso ler as recordações da Amana! Incrível como nossa geração foi marcada pelo Giovanna Baby e pelo Gabriela Sabatini! GB era perfume de menina 'bem nascida', enquanto GS era para as que já haviam despertado e eram - ou achavam que eram - mulheres! Exatamente como conta a experiência da Amana!

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  2. Linda história Amana! Enquanto conhecias pequena o Rosa, eu vivia apaixonada meu primeiro grande Amor, já com 16 anos, o Rosa como o chamas, hoje é nostálgico para mim...realmente de criança esse perfume nada o tem...pois envolveu meu namoro por 4 anos.

    Gabriela, tenho até hoje em minha coleção, pois com ternura e amor minha amada irmã, pediu carinhosamente que eu o usasse. Assim o fiz, e cada vez que o coloco...lembro daquele rostinho lindo de minha irmã.

    Recordar momentos junto aos familiares é sempre bom, e procuremos lembrar apenas das coisas boas, vividas intensamente, repartidas com muito amor. Tristezas e perdas, ficam guardadas a sete chaves, melhor viver assim né querida.

    Parabéns por tua história, como tantas já vividas aqui...levaram-me ao passado "nostálgico", agradável e feliz.

    Beijo para ti querida Amana e para minha querida Dâmaris.

    Malú

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  3. Amana,
    seu depoimento emocionou e me fez lembrar que ainda existe doçura neste mundo... lindo, lindo!

    Dâmaris, suas escolhas são sempre perfeitas!
    Beijos e tenham um ótimo final de semana.

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  4. Mais uma vez, obrigada pelo convite, Dâmaris. Fiquei muito curiosa com a sua história de transformação com/a partir do Gabriela. Quero conhecê-la logo! :)

    Diana, são tão legais esses perfumes-geração, não são? Não sei se é pelo fato de eu ser socióloga, mas tenho um apego enorme a esse tipo de perfume, considero que são "patrimônios culturais". Hahah

    Malú, que interessante a sua história! Gostei muito de saber do Rosa sendo usado em outras "fases" da vida. Muito legal mesmo! Também fiquei feliz em saber que o Gabriela também lhe foi apresentado por alguém especial. Apesar da minha história com ele, não me sinto triste quando o uso, ao contrário, realmente me sinto confortada por ele.

    Thaís, fiquei sem saber o que dizer. Você me deixou encabulada, mulher! Hahah... Só enxerga doçura nos outros quem tem doçura dentro de si.

    Srta Anjos, muito obrigada! Que bom que você gostou!

    Beijos para todas, suas lindas! ;*****

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    1. Obrigada, Amana....linda participação! bjs

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  5. Olá Amana! Assim como para você, Giovanna Baby marcou história na minha vida e sempre o terei em minha coleção. Quando o uso, tenho a sensação de voltar para casa, depois de uma longa viagem, sabe? Dormir na própria cama, sentir-se bem consigo mesma. Pena que perdeu o a fixação com o passar dos anos. Mas continua lindo do mesmo jeito! Beijos querida!

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