ANNA em MEU PRIMEIRO PERFUME


Com muito contentamento lanço hoje uma nova coluna no Village Beauté: "Meu primeiro perfume." Por aqui teremos pessoas que vêem nos perfumes algo que vai muito além do cuidado com o corpo. Foi com 1 pergunta que convidei, e estou a convidar, amigos e amigas para escreverem toda a semana aqui em nosso Blog. Nada mais falei além de perguntar o que vem à mente e ao coração quando você lê "Meu primeiro perfume". As histórias tocam, emocionam e... bom, nada mais falarei, deixarei aqui o delicioso texto de minha amiga Anna Paula Greca.

Meu primeiro perfume:

CHEIRO DE LAVANDA EM MEU PRIMEIRO PERFUME

Certamente não foi meu primeiro perfume, mas é minha primeira recordação de aromas que permeiam minha vida.
Mamãe, que também era uma "perfumólatra" assumida ( tive bem a quem puxar ), sempre contava que quando eu era bebê, colocava na água do banho gotas de lavanda e segundo ela, durante o banho eu ficava "suspirando". Talvez por isso, quando THATY de O Boticário foi lançado, em 1985, com todas as suas notas predominantes de uma envolvente lavanda, com toques de gerânio, sândalo e almíscar, morri de amores. Na época estava com 10 anos de idade e lembro perfeitamente das minhas primeiras impressões, meio que como um grande encantamento, dentro daquelas lojas da marca, permeadas por diversos aromas, texturas, cores e o prazer imensurável de gastar o dinheiro da mesada ali.
Thaty é fresco, jovial, sutil....dava o tom certo a essa grande metamorfose infância x adolescência. Foi durante anos, meu perfume de cabeceira. Aquele que não se larga e que tem sua marca registrada. Não à toa que ao debutar fui presenteada por vários vidros.
Hoje, não o uso mais no corpo. Fui apresentada e seduzida à outros perfumes com suas peculiaridades e diferentes etapas da vida, onde se exigiam outras sensações. Mas sempre tenho um no armário,  que gosto de sentir nos lençóis, travesseiros e às vezes uma borrifada pelos cantinhos da casa. A doce recordação da lavanda nas águas de banho quando bebê e tão presente no perfume, aliada às outras notas, me trazem deliciosas recordações de uma época áurea, de sonhos tão doces, uma sensação ímpar de bem estar.
Meu imensurável agradecimento à amiga Dâmaris, que sempre nos presenteia com deliciosas e refinadas leituras,  pelo carinhoso convite de fazer parte dessa coluna com uma pequena contribuição da minha experiência.
Anna Paula Greca, Psicóloga. Rio de Janeiro.

Obrigada, querida Anna. Pude imaginar a pequena Anna feliz em seus momentos carinhosos e perfumados com a sua mamãe. Doces memórias.... Um beijo.

E você.... o que vem à sua mente diante da frase: Meu primeiro perfume ?

7 comentários :

  1. Anna, lindo texto, principalmente porque eu também fui uma das "usuárias" do Thaty desde minha adolescência até os tempos de faculdade, lavanda é especial para mim.
    Recentemente em um texto antroposófico li que a fragrância da lavanda remete à imagem da mãe e por este motivo em algumas creches as professoras friccionam uma gotinha de óleo essencial de lavanda entre as mãos antes de receberem as crianças.. .
    Dâmaris, adorei sua iniciativa. A participação das leitoras com seus depoimentos do primeiro perfume nos aproxima ainda mais!
    beijos querida!

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    1. Obrigada, querida Thaís...quem sempre tem comentários preciosos que enriquecem o post. Gostei demais do que trouxestes. Obrigada! bjos

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    2. Oi Thais, obrigada! Lavanda traz uma sensação tão boa de conforto que só podia estar relacionada às mamães mesmo! Bjos

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  2. Que delícia ver a Anna aqui, uma pessoa muito querida!
    Da minha infância adolescência me lembro primeiro dos perfumes de O Boticário tb, até os 12 anos só usava de lá: Lavanda Pop, Zíngara (o meu preferido), Annete, Cecita e Eros. Depois veio Styletto pq era um dos perfumes do primeiro namorado, rs.
    Quando fiz 12 anos minha mãe falou que já estava na hora de comprar um perfume de mocinha, e me deu o meu primeiro perfume importado, era Eau de Fleurs, de Nina Ricci, um floral bem jovial, na época, mas achava "fraco", rsrs, gostava dos perfumes de minha mãe. Acabei convencendo-a a me dar o Charlie, da Revlon, esse adorava, e depois disso, aos 13 comecei a colecionar, incentivada por minha mãe e tias. O resto são histórias...

    Parabéns pras duas queridas, vou bater ponto aqui, rs. Bjsss perfumados de coisas boas :)

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    1. Texto linda da nossa Anninha, não é Cris? Obrigada pelo carinho! bjos e abraços perfumados!:)

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    2. Oi Cris, eu que agradeço o convite da querida Dâmaris e os carinhosos comentários de pessoas como vc! Quem da nossa geração não conheceu, viu, usou ou abusou dos cheirinhos do Boticário não é? Mtos beijos lindona! :)

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  3. Adorei o post!

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